31 de out de 2013

VICE- GOVERNADOR ROBINSON FARIA ENFRENTARÁ A " CHAPA DO ACORDÃO " EM 2014


O Jornal de Hoje também destaca que a aliança entre o PMDB e o PT no Rio Grande do Norte, após o afastamento do PMDB da base da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), foi classificada esta manhã como fruto de um acordo de gabinetes em Brasília, resultando nas prováveis candidaturas do empresário Fernando Bezerra (PMDB) para o governo e da deputada federal Fátima Bezerra (PT) para o Senado. Em entrevista ao “Jornal da Cidade”, da FM 94, o pré-candidato do PSD a governador do RN , vice-governador Robinson Faria, afirmou que enfrentará a “chapa do acordão” nas urnas de 2014.
“Quanto mais surgem essas chapas, quanto mais surgem esses acordões, mais motivados nós ficamos”, disse Robinson, ao ser abordado sobre as últimas notícias, dando conta da aliança entre PMDB e PT no estado. Convicto, Robinson afirmou que sempre gostou da ousadia, da inovação e da motivação. “Não adianta eu me abalar a cada dia assistindo chapas, algumas delas isolando o PSD. O PSD não vai ficar sozinho. Nós vamos para a rua, vamos apresentar o nosso projeto à população”, afirmou o pré-candidato, declarando que a discussão sobre 2014 não é de nomes, mas de projetos para a população.
“O povo quer saber quem está disposto a consertar o Estado. Até disseram: Robinson, o RN está acostumado a eleger políticos com perfil carismático, simpáticos, candidatos mais leves, sorridentes. Eu digo que o RN cansou desse perfil. Candidatos com esse perfil carismático eram Micarla e Rosalba, e deu no que deu. O que o povo quer é um governador que não fique sorrindo, mas que apresente resultados para a população”, afirmou, enumerando projetos para os setores de Segurança Pública, Saúde, Educação, Turismo e Desenvolvimento.
Ainda quanto à chapa PMDB/PT, Robinson se disse amigo, tanto de Fernando, quanto de Fátima. Mas, acrescentou que, se for o caso dessa chapa se concretizar, nada irá mudar a caminhada dele rumo a 2014, por entender que quem decidirá o pleito será o povo, e não os acordos de gabinetes. “Eu não iria ser candidato apenas enfrentando um candidato ou dois. Que venha então um, ou dois, ou três, ou quatro, ou cinco. Eu não me importo. O que importa é que possamos estabelecer um grande debate para discutir com a sociedade, para discutir com a população o que o Estado está sofrendo”, observou.

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