31 de out de 2013

Sindsaúde entrega pedido de impeachment de Rosalba hoje na Assembleia Legislativa

                       Rosalba pode sofrer impeachment


Hoje, às 10h, o Sindsaúde entregou aos deputados estaduais o pedido de impeachment da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
"O governo Rosalba está desde o começo alegando dificuldades financeiras. E sempre os servidores e a população que pagam a conta. Cansamos de esperar. Até quando vamos esperar?", alegou a dirigente do Sindsaúde, Simone Dutra.
Além do Sindsaúde, assinam o pedido de impeachment os vereadores Amanda Gurgel (PSTU) e Sandro Pimentel (PSOL), além do professor Dário Barbosa, coordenador da CSP-Conlutas e do ex-candidato a prefeito de Natal pelo PSOL/PSTU, Robério Paulino.
Antes será realizada uma manifestação que partirá às 9h, do Baldo (área localizada nas proximidades do Centro de Natal).
O ato faz parte da paralisação de 24 horas dos servidores estaduais da saúde contra o atraso nos pagamentos do funcionalismo estadual que acontecerá hoje.
A paralisação envolve ainda setores da Administração Indireta, convocados pelo Sinai.
É o segundo mês consecutivo que o governo estadual atrasa o pagamento dos salários e, segundo anunciado pelo secretário estadual de Planejamento, a reprogramação pode se estender até o final do ano. "Não podemos deixar que vire um hábito. Os servidores têm contas a pagar, e não podem ficar todo mês nessa situação", afirma Simone Dutra, coordenadora-geral do Sindsaúde-RN.
A paralisação dos servidores da saúde também reivindica o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Governo do Estado após a greve da saúde. "O governo tem até dezembro para enviar a proposta com a revisão do nosso plano de cargos, mas está faltando empenho na comissão mista, formada após a greve. A última reunião simplesmente não ocorreu", afirma Simone.
Os servidores protestam ainda contra a redução dos vencimentos de parte dos servidores, o não pagamento das férias de julho e a lentidão no pagamento das dívidas do Ipern. Eles exigem ainda a convocação de mais servidores, para reduzir a sobrecarga de trabalho nos principais hospitais, como o Walfredo Gurgel, e cancelar as transferências que a Sesap realizou recentemente, no CRI e nos hospitais Rafael Fernandes e Ruy Pereira.


fonte: omossoroense.com

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