15 de jul de 2015

CHACINA EM ITAJÁ: CINCO MULHERES SÃO MORTAS DENTRO DE CABARÉ NA CIDADE



O Rio Grande do Norte registra nas primeiras horas desta quarta-feira, 15 de julho, uma das suas maiores chacinas da história. Cinco mulheres foram mortas dentro de um bar aonde funcionava uma casa de prostituição no município de Itajá, Região do Vale do Assú. 

Itajá, localizada no interior do Rio Grande do Norte, a 200 km de Natal, é uma cidade pequena de 7 mil habitantes e sem muitas ocorrências de crimes, mas na madrugada de hoje, quarta feira viu a tranquilidade ser quebrada com o registro de 5 assassinatos no mesmo local e horário. As vítimas da chacina são cinco mulheres. 


Patrícia Regina Nunes de 37 anos de idade, natural de Fernando Pedroza, Maria Daiane Batista, 20 anos, natural de Itajá, Cassia Raiane Santiago, de 17 anos de idade, natural de Assú e residente no Alto São Francisco, além de outras duas mulheres identificadas apenas como Menininha e Ceiça, foram mortas.No local funciona o cabaré de “Patrícia Sapatão” que também foi atingida e morreu no local.  

Ex-prefeito de Guamaré é condenado após denúncia do MPF Dedé Câmara não prestou contas de recursos de três convênios da área de educação, de 2006

O Ministério Público Federal (MPF) em Assu obteve uma sentença favorável condenando o ex-prefeito de Guamaré, José da Silva Câmara, conhecido como Dedé Câmara, por não prestar contas de convênios firmados junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que incluíam recursos voltados às escolas do Município. O réu ainda pode recorrer da decisão.
Os convênios representaram repasses de aproximadamente R$ 315 mil relativos aos programas de Educação de Jovens e Adultos (Peja), Alimentação Escolar (Pnae) e Transporte Escolar (Pnate). Os prazos para a entrega das prestações de contas expiraram em 2007 e documentos comprovam que, pelo menos, até 2013 a documentação não havia sido enviada ao Governo Federal.

ANA volta ao RN em agosto para anunciar restriçõesANA volta ao RN em agosto para anunciar restrições


semaguaTécnicos da Agência Nacional de Águas (ANA) virão ao Rio Grande do Norte, na primeira semana de agosto, para anunciar as medidas a serem tomadas quanto a oferta de água para consumo humano e irrigação de culturas agrícolas a partir da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, no Vale do Açu, mas o diretor de Gestão da instituição, Paulo Varela Varella Neto, informou ontem que os técnicos da instituição “estão estudando os diversos cenários” sobre uma definição, se for o caso, sobre a redução da vazão de águas à jusante da Bahia Hidrográfica do rio Piancó/Piranhas/Açu.
Paulo Varella Neto disse que a “a situação mais crítica continua sendo à montante” dessa bacia hidrográfica, a ponto de a ANA, já em 1º deste mês, ter anunciado a suspensão de água para irrigação agrícola e também para carcinicultura, piscicultura e outras atividades aquícolas. Para Varella Neto, a situação à jusante da Barragem Armando Ribeiro, “é bem melhor, entretanto estamos na menor cota desde que a barragem encheu a primeira vez”, nos anos 80. “Se considerar todo o conjunto bacia hidrográfica, o problema de oferta de água é sério e será necessária a tomada de providências para economizar água”, continuou ele, ao explicar que a prioridade é garantir sustentabilidade hídrica para consumo humano.
Dados da ANA apontavam que na segunda-feira (6), a barragem Armando Ribeiro estava com 671,51 milhões de metros cúbicos, o que correspondia a 28,8% de sua capacidade. A vazão liberada era de 4,66 metros cúbicos por segundo, o que na avaliação de Varella Neto, daria para garantir água para consumo humano para o ano que vem. O secretário estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, José Mairton de França, voltou a dizer numa reunião com deputados estaduais, na segunda-feira (7), que a continuar nesse ritmo, a oferta de água da Armando Ribeiro para consumo humano só daria até agosto de 2016, enquanto em dezembro deste ano, caso a capacidade caia para 55 milhões/m³, será suspensa oferta d’água para fins de atividade produtiva e econômica.

Tribuna do Norte

José Dias critica negociação do Governo com o Banco do Brasil‏

José Dias critica negociação do Governo com o Banco do Brasil 


Crédito da foto: João Gilberto

Em pronunciamento na sessão plenária desta terça-feira (14), o deputado José Dias (PSD) criticou a renovação do contrato assinado em maio pelo Governo junto ao Banco do Brasil referente à venda da conta do Estado. De acordo com o parlamentar, o banco irá pagar R$ 145,5 milhões, quantia inferior aos R$ 230,4 milhões que foram assegurados ao Estado em 2012, ano da última prorrogação.

“O Governo continua com procedimentos do passado pela permanência da conta junto ao Banco do Brasil. Não é possível que não tenha sido feito um levantamento sobre as negociações anteriores. O Estado já está devendo”, disse José Dias.

O parlamentar entende que o Governo do Estado deveria ter pedido, à época, a colaboração da Assembleia Legislativa para participar da negociação junto à instituição bancária.

“Não sei quem representou o Estado nessa tratativa. Nós teríamos conseguido uma negociação bem melhor, mas infelizmente não fomos chamados para ajudar”, declarou.

Em aparte, o deputado Ricardo Motta (PROS) disse que a negociação traz prejuízo para o Estado. “O Governo tem a receber R$ 41,250 milhões e tem que pagar, só em custos dos serviços, R$ 46,800 milhões. Portanto, o que tem a receber não cobre o que vai pagar”, afirma.

Para o deputado Dison Lisboa (PSD), a negociação do Governo se fez necessária em função do momento de dificuldade financeira enfrentado pelo Estado. “Reconheço que o Governo precisa ter algumas atitudes de arrocho, mas o Governador Robinson Faria (PSD) se deparou com uma dívida que não tinha conhecimento e teve que negociar”, disse o parlamentar.

Ainda durante o pronunciamento, José Dias pediu o reconhecimento do Governo à colaboração que vem recebendo da Assembleia Legislativa. O parlamentar destacou o empenho da Casa para fazer com que o Estado conseguisse manter o pagamento dos servidores em dia.

“A Assembleia dotou o Estado da capacidade de manter em dia o salário do funcionalismo graças à fusão dos Fundos Previdenciário e Financeiro, aprovado por esta Casa. O nosso empenho nesta matéria merece o reconhecimento do Governo”, defende José Dias.

Os deputados Getúlio Rego (DEM), Tomba Farias (PSB) e Kelps Lima (SDD) também manifestaram apoio ao deputado José Dias.