
Ela narra que percebeu algo estranho no teto da cozinha. Ao solicitar ajuda de amigos para verificar do que se tratava tomou um susto, pois encontrou um animal e uma lata de cerveja dentro de um saco. “Só vi que era um despacho de bruxaria”, destacou. O animal em questão era um “peba”, que de acordo com a prefeita possuía uma estranha marca na barriga.
Sobre o peba: o animal também é conhecido como tatupoiú, tatu-de-mão-amarela, tatu-cascudo, tatu-peludo, peludo e papa-defunto. Este último é uma referência à crença popular de que a espécie se alimenta de cadáveres, o que não está longe da realidade: onívoro, o Euphractus sexcinctus se alimenta de uma vasta gama de plantas e animais, inclusive carniça. Insetos, como formigas e cupins, e pequenos vertebrados, como sapos também são fazem parte da dieta. Mas o tatu peba gosta mesmo é de uma saladinha. Vegetais compõem 90% da sua dieta e incluem frutas, tubérculos e sementes.
Tatus-pebas são animais terrestres solitários, que constroem suas tocas em habitats variados, que vão desde florestas tropicais a pastagens. Entretanto, é encontrado principalmente em áreas abertas, como planícies de Cerrado. A toca é cavada a 2 metros de profundidade e é usada como abrigo e refúgio contra predadores. Asseado, o tatu-peba usa um local fixo para defecar, que não seja dentro da própria toca.
Do portal Revista RN
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