
Apesar dos nove votos (mais do que o dobro da votação anterior), o
projeto foi derrotado por 13 a 9, prevalecendo o entendimento da maioria
dos deputados de que o dinheiro público deve continuar pagando as
despesas da residência dos governadores e suas famílias. Esta foi a
segunda vez que o deputado Kelps tentou aprovar o fim da residência
oficial na Constituição do Rio Grande do Norte. Na votação anterior, em
2014, apenas quatro deputados foram a favor da sugestão de Kelps.
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