21 de nov de 2013

Wilma começa a ser cobrada pelo PSB nacional



A despeito de ainda não ter se definido quanto ao cargo eletivo que concorrerá nas eleições de 2014 no Rio Grande do Norte, se a deputada federal, senadora ou até mesmo novamente ao governo do estado,  fato é que a presidente estadual do PSB, vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, começa a ser cobrada pelo seu partido sobre uma eventual candidatura majoritária – Senado e/ou principalmente ao governo.
Não à toa a declaração ontem na capital potiguar, onde esteve para participar do 34º Congresso Brasileiro de Urologia, do ex-ministro do governo Lula, José Gomes Temporão, hoje filiado ao PSB e um dos coordenadores da campanha do governador Eduardo Campos (PSB-PE) à Presidência da República nas eleições do próximo ano.
Segundo Temporão, “estamos viabilizando essa candidatura e contamos com o apoio total do PSB no RN. O nome de Eduardo campos está aparecendo”.
Não há como dona Wilma fugir ao chamamento. Ou sai candidata ao Senado ou novamente ao governo do Rio Grande do Norte. Outro caminho não interessa ao PSB nacional que precisa fortaelecer seus palanques nos estados para o embate eleitoral que se avizinha.
Embora Wilma diga sempre nas entrevistas que o PSB nacional deixará os diretórios estaduais à vontade para as composições de alianças partidárias, difícil acreditar que Wilma possa participar de um acordão com o PMDB dos Alves, que apoia a reeleição da presidenta Dilma Ruosseff. Difícil acreditar num eventual acordão com os peemedebistas tendo um candidato a governador e apoiando Wilma para o Senado. E o PT, onde entra nessa história?
O leitor-eleitor mais indiferente a política e por mais leigo que seja no assunto, observa logo que se o PSB tem candidato próprio a presidente, como aceitar que um membro seu com grande potencial para disputar o governo de um estado, caso de Wilma de Faria, possa abdicar dessa condição? Difícil também de acreditar.
Outro dia comentei que ou Wilma de Faria pede a Eduardo Campos a sua carta de alforria ou sai candidata ao governo do Rio Grande do Norte. Quando muito ao Senado e sem acordão. Do contrário terá que ter uma justificativa muito boa para a direção nacional do seu partido.
A conferir!


FONTE: http://blogdobarbosa.jor.br/novo/

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