8 de jul de 2017

"Muitas vezes o que falta é planejamento", relata a vereadora Neide Freitas, em relação as demissões feitas pelo o executivo

Vereadora Neide Freitas (PSD), na sessão da câmara de vereadores de Umarizal-RN. Foto: Ricardo Pereira / Assessoria de Imprensa da C.M.U 

A vereadora Neide Freitas (PSD), na sessão da câmara dos vereadores de Umarizal-RN, nessa última terça-feira (04), em seu pronunciamento a parlamentar comentou sobre as demissões feitas, pela prefeita Elijane Paiva, com alguns contratos dos servidores municipais da Educação, a recomendação do Tribunal de Contas Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) que determinou que a gestão adote medidas urgentes para redução de gastos e equilíbrio financeiro municipal. A principal delas é a rescisão de contratos.

Na oportunidade a parlamentar, comentou que a gestão passada do ex-prefeito interino Marcos Fernandes (PSD), entregou somente a nova gestora o quadro de funcionários efetivos do município.

“A administração passada, nos seus últimos meses atingiu 57,29%, onde no dia 31 de Dezembro/2016 quando o ex-prefeito Marcos Fernandes, entregou a prefeitura a prefeita eleita Elijane Paiva, somente com o quadro de funcionários efetivos. Todos os cargos comissionados e contratados, foram demitidos. Então não me venham com desculpas, em dizerem que a gestão passada faliu o município de Umarizal-RN”, afirmou.

Vereadora Neide Freitas (PSD), na sessão da câmara de vereadores de Umarizal-RN. Foto: Ricardo Pereira / Assessoria de Imprensa da C.M.U 

A parlamentar relata que o motivo que levou o Ministério Público, pedir que o quadro de contratados da educação, seja reduzido, foi que essa porcentagem ficou elevada a partir da gestão da atual Prefeita de Umarizal Elijane Paiva (DEM).

“São contratos feitos de Janeiro de 2017 para cá, os primeiros quatro meses atingiu os 59,70% e ai à indicação do Ministério Público, para que reduza o quadro de contratados”, disse.

A vereadora ainda, destaca dizendo, “Vamos começar a andar com os pés no chão, porque muitas vezes o que falta é planejamento”, afirmou.



Assessoria de Imprensa da C.M.U 

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