9 de abr. de 2013

Prefeitura de Umarizal convoca servidores que faltaram ao recadastramento.

A Presidente Da Comissão Especial Para O Recadastramento Dos Servidores Públicos Municipais, Aparecida Valesca está convocando 17 servidores públicos que não compareceram ao recadastramento no período fixado para se dirigir a sede do poder executivo para regularizar sua situação. Portaria (002/2013), publicada na última sexta-feira, 05, no Diário Oficial do Município faz a solicitação.

De acordo com a publicação em seu artigo 1º, os servidores que faltaram terão um prazo de 30 (trinta dias) para comparecerem a sala do Setor de Recursos Humanos no horário das 8h às 12h30, de segunda a sexta para o recadastro. A portaria convoca ainda (no artigo 2º), 13 servidores que se encontram com pendência de entrega de documentos referente ao Recadastramento.

 “O não comparecimento dos servidores municipais elencados nos artigos 1º e 2º desta portaria, no prazo de prorrogação do recadastramento estipulado na mesma, acarretará penalidades previstas no Decreto Municipal 002 de 24 de Janeiro de 2013”, destaca a publicação.

Abaixo a lista dos servidores faltosos (listados no artigo 1º)

Matricula
Nome
010107-9
ANTONIETA ALVES
010295-4
EMANUEL GENICLEILTON FREIRE
010024-2
FRANCISCA DAS CHAGAS OLIVEIRA
010047-1
FRANCISCO DAS CHAGAS DE OLIVEIRA
010049-8
FRANCISCO ROBERTO DE OLIVEIRA
010126-5
GERCINA DALVA
010010-2
JOANA DO NORTE GOMES
010310-1
JOELMA MENEZES
010032-3
MANOEL FRANCISCO DOS SANTOS
010163-0
MARIA REJANE DO NASCIMENTO
010062-5
MARCIO LUCIELBI DE OLIVIERA
010291-1
MARLENE ALVES DE OLIVEIRA SILVA
010081-1
MARIA AUXILIADORA ALVES DE PAIVA
010253-9
MARIA DA CONCEIÇÃO PRAXEDES OLIVEIRA
010222-9
MARIA NILZILENE DE OLIVEIRA QUEIROZ
010224-5
PAULO MAIA DE FREITAS
010387-0
THAIS CARMEM FLORENCIO SILVA

A seguir a lista dos servidores que documentação pendente (Listados no artigo 2º)

Matricula
Nome
010236-9
ANTONIA MARIA DA CONCEIÇÃO GOMES
010239-3
DELVACI CAMARA DE LIMA
010121-4
FRANCISCA EVANEIDE DE OLIVEIRA
010136-2
JUCIMARA ALVES COSTA
010149-4
MARIA DA CONCEIÇÃO LOPES MARTINS
010258-0
MARIA DO SOCORRO FERNANDES SOARES
020229-4
MARIA JOSÉ OLIVEIRA
010162-1
MARIA PAERPETUA DA SILVA OLIVEIRA
010223-7
MARIA SALOMÉ DA SILVA
010164-8
MARIA VERONICA DIAS DA SILVA
010306-3
PAULO JACSON DA COSTA
010091-9
PAULO RONILDO DE OLIVEIRA
010167-2
RAIMUNDA MAIA DE OLIVEIRA NETA

Da Assessoria de Comunicação e Imprensa da Prefeitura de Umarizal

8 de abr. de 2013

A QUE PONTO CHEGAMOS MEU DEUS



NADA MAIS PODE NÓS SURPREENDER NESSE PAIS.

Conceição Lisboa e Fábio Bezerra venceram as eleições suplementares no RN


A candidata Conceição de Maria Gomes Lisboa Rocha (Ceiça), apoiada pela coligação “Unidos por uma Caiçara melhor”, integrada por PR/PSDB/DEM/PSD/PP, é a nova prefeita do município de Caiçara do Rio do Vento.
Ceiça foi eleita neste domingo, 7, por ocasião das eleições suplementares realizadas pelo Tribunal Regional Eleitoral – TRE/RN. Ela obteve 1.719 votos (56,31%), contra 1.334 (43,69%) votos do seu adversário Arnaldo Aciole, do PMDB. Foram apurados 5.153 votos, desses, 3.053 foram votos válidos, 23 brancos, 77 nulos. A abstanção foi de 296 votos, ou 8,58%
O que provocou a eleição suplementar em Caiçara do Rio do Vento foi o fato do candidato Felipe Muller ter seu registro de candidatura indeferido em virtude do seu pai ter exercido o cargo de prefeito por dois períodos consecutivos, o que contraria a Constituição Federal por caracterizar um terceiro mandato por pessoas pertencentes a um mesmo grupo familiar.
Já no município de Serra do Mel o novo prefeito é Fabio Bezerra de Oliveira (Fabinho), da coligação “Serra do Mel de Todos”, integrada por PMDB/PP/PR. Ele obteve 4.077 votos (53,08%), contra 3.604 votos (46,92%) dados à sua adversária, Francisca Rodrigues Costa (Dona Francisca), da coligação “A mudança é pra valer, essa mudança inclui você”, composta de PT/PTB/PCdoB.
Foram computados 7.631 votos válidos, 63 brancos, 181 nulos e uma abstenção de 1.108 votos (12,27%)
O Rio Grande do Norte foi o terceiro de 7 Estados que realizaram eleições suplementares a concluir a totalização dos votos.

FONTE:http://www.tre-rn.jus.br/noticias-tre-rn/2013/Abril/conceicao-lisboa-e-a-nova-prefeita-de-caicara-do-rio-do-vento

“Vamos resgatar o Carnaval, São João, Banda de Música, tudo que é cultura”, diz secretária.




A Secretaria de Cultura de Umarizal está sendo cadastrada no Sistema Nacional de Cultura, procedimento que se faz necessário para o Município ter acesso às verbas destinadas ao fomento de atividades culturais. De acordo Maria Zeneide Menezes, Secretária Municipal de Cultura, a partir deste procedimento a Prefeitura de Umarizal estará apta a captar recursos oriundos do Ministério da Cultura e do próprio Fundo Nacional de Cultura.

“O sistema Nacional de Cultura para o município é uma porta aberta para que as ações da cultura comecem a chegar até nos. E é muito importante, porque se não existir essa demão com o Ministério fica difícil a gente procurar trazer alguma cultura do município”, disse Zeneide.

Ainda de acordo com a secretária, o município ainda não conta com um fundo de financiamento da cultura, que serviria para financiar as iniciativas culturais dos artistas locais “Mas eu acredito que com essa adesão ao Sistema Nacional de Cultura, o prefeito Mano vai criar o fundo, o conselho que é uma força muito grande para resolver as coisas e quando tiver tudo organizado vamos resgatar o carnaval, São João a banda de musica que é uma coisa que Mano quer resgatar porque tudo isso é cultura”, declarou.

Assessoria de Comunicação e Imprensa da Prefeitura de Umarizal

Secretaria de Cultura de Umarizal convida artistas para realizar cadastro informativo

A Secretaria Municipal de Cultura de Umarizal está realizando um cadastro informativo de todos os artistas, artesãos, vendedores, promotores de eventos e pessoas responsáveis por grupos culturais do município. O objetivo é criar um banco de dados que ficará a disposição da secretaria para eventuais contatos.

“A gente pede que venham na secretaria fazer o cadastro para quando a gente precisar poder entrar em contato, com os grupos de quadrilhas, artistas, enfim, tudo que for cultura é só procurar a secretaria”, pede a secretária da pasta, Maria Zeneide Menezes.

A secretária destaca que o cadastro é importante para que a prefeitura tenha conhecimento das pessoas que promovem cultura em Umarizal, facilitando assim o apoio para realização de eventos.

“Os artistas da terra tem que vim se cadastrar pra gente se conhecer e puder incentivar o avanço da nossa cultura”, completou.

Assessoria de Comunicação e Imprensa da Prefeitura de Umarizal

Mano pede empenho dos profissionais da saúde na melhoria do atendimento à população

Na primeira reunião do ano com as equipes responsáveis pela saúde pública do município de Umarizal nesta sexta-feira, 05, o prefeito Mano Onofre cobrou o empenho de todos os profissionais na melhoria do atendimento à população. O encontrou foi realizado na Câmara dos Vereadores e teve a presença de diretores, coordenadores, médicos, enfermeiros e demais trabalhadores da área.

“Foi uma reunião bastante produtiva. Passamos nosso pensamento e a nossa preocupação pedindo a eles um engajamento ainda maior, do que eles já vem mostrando, no atendimento a população e eles também expressaram seus anseios, seus pedidos e a vontade que estão tendo de ajudar o povo”, contou Mano.

Mano aproveitou o encontrou para relatar as ações que o governo municipal vem realizando buscando melhorar a qualidade da saúde pública. “Temos o projeto de reforma do Posto do bairro Caraíbas que já vai ser aberta a licitação, a unidade da Cohab, a construção está andando. O Posto de Saúde da São José está em pleno funcionamento, enfim, queremos o empenho de todos pra que possamos oferecer uma saúde de primeira”, declarou.

Assessoria de Comunicação e Imprensa da Prefeitura de Umarizal

Prefeito diz que vai a Brasília cobrar ambulância para Umarizal



O prefeito Mano Onofre disse que irá a Brasília cobrar do deputado José Agripino a ambulância que ele prometeu para Umarizal ainda na gestão passada. O gestor disse que ainda espera uma audiência com a Governadora Rosalba Ciarlini onde também tentará viabilizar outra ambulância para o município.

“Daqui para o final do mês estou indo a Brasília cobrar do senador José Agripino em especial a ambulância e estou tentando junto ao deputado Getúlio uma audiência com a Governadora também porque tem essa promessa dele através do governo do estado e tem essa promessa do senador José Agripino. E eu estou indo cobrar”, declarou o prefeito na reunião geral com os profissionais de saúde de Umarizal na última sexta-feira, 05.

Mano disse que está empenhado em viabilizar o transporte para o município o mais rápido possível, já que as atuais ambulâncias estão praticamente sem condições de uso. “E a nossa cidade precisa desse veículo. Estamos atentos a isso e vamos ter se Deus quiser, a nossa ambulância, quem sabe até mais de uma”, completou.

Assessoria de Comunicação e Imprensa da Prefeitura de Umarizal

Cras de Umarizal capacita equipes para realizar visitas do BPC.




O Centro de Referência de Assistência Social – Cras - Casa das Famílias de Umarizal realizou nesta última sexta-feira, 05, uma capacitação com o pessoal que será responsável pelas visitas do BPC na Escola. O programa tem como objetivo desenvolver ações Intersetoriais, visando garantir o acesso e a permanência na escola de crianças e adolescentes com deficiência, de 0 a 18 anos, beneficiários do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC).

De acordo com Kelvia Kaliane, da equipe de coordenação, o BPC tem como principal diretriz a identificação das barreiras, que impedem ou dificultam o acesso e a permanência de crianças e adolescentes com deficiência na escola e o desenvolvimento de ações Intersetoriais, envolvendo as políticas de educação, de assistência social, de saúde e de direitos humanos, com vistas à superação dessas barreiras. Em Umarizal, cerca de 30 beneficiários são assistidos pelo programa.

“Tem crianças deficientes que estão na escola, mas tem aqueles que nunca foram então o objetivo do programa é identificar as barreiras, o que esta dificultando essa criança ou adolescente de ir a escola. Se é a falta de um profissional preparado, se a família não quer levar ou mesmo falta de acessibilidade. Nossa equipes vão visitar cada um dos beneficiários para identificar essas barreiras e traçar metas para superá-las”, explicou Kaliane.




Ainda de acordo com a coordenadora, a capacitação é importante “porque as visitas aos beneficiários não podem ser feitas de qualquer maneira. O questionário já vem pronto e a gente capacita para que não sejam feitas as visitas de qualquer jeito e com o questionário a gente identifica as barreiras inclui no sistema tem todo um processo de acompanhamento e o município vai tentar superar essas barreiras ate 2014”.

A participação no programa viabiliza o cumprimento da legislação vigente, que assegura direitos às pessoas com deficiência desde promulgação da Constituição Federal de 1988, abrindo assim mais uma possibilidade de estados, Distrito Federal e municípios demonstrarem seu compromisso com esse segmento. A gestão do programa em Umarizal é de responsabilidade da Secretária Municipal de Assistência Social, Sandra Maia.

Assessoria de Comunicação e Imprensa da Prefeitura de Umarizal

6 de abr. de 2013

Filho do presidente da Assembleia não confirma apoio à reeleição de Rosalba.



O vereador Rafael Motta, que assumiu o Diretório Estadual do PP nesta quinta-feira (04), disse que o partido irá se reunir para discutir qual posição adotará nas eleições de 2014. 

O que é certo, segundo deixou transparecer o filho do presidente da Assembleia Legislativa, é que não haverá alinhamento automático em relação ao apoio à reeleição da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

"Teremos uma conversa com as bases partidárias para se chegar a um consenso sobre o que é melhor para o PP e para o Rio Grande do Norte com vistas ao processo eleitoral do próximo ano", afirmou Rafael Motta, ao ser questionado sobre a alternativa do partido para o Governo do Estado nas eleições de 2014. 

"Política se faz com diálogo, entendimento e alianças. Vamos nos reunir para saber a opinião de todos com relação a 2014", declarou. 

Do Jornal de Hoje

A POLITICA NO BRASIL É ASSIM / TCE condena Ex-prefeita de Viçosa a devolução de recursos e aplica multas.




O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), Carlos Thompson, relatou processo do município de Viçosa referente a prestação de contas do exercício de 2007, a cargo da ex-gestora Maria José de Oliveira, na sessão da Primeira Câmara de Contas realizada nesta quinta-feira (04). 

O voto foi pela condenação decorrente da doação de alimentos sem comprovação da finalidade pública, contratação sem concurso público, ausência de designação de comissão de licitação e de documentação necessária à habilitação em licitação. 

O voto foi pelo ressarcimento de R$ 12.110,00, além de multas que somam R$ 7.633,00.

Informações do TCE-RN
 
 
DO BLOG - PRA GENTE SABER QUE NÃO EXISTE POLITICO ONESTO NESSE BRASIL,  ATÉ NA CIDADE DE VIÇOSA EXISTE IRREGULARIDADES.....

Primeiro concurso da história da Assembleia Legislativa do RN será realizado até julho.




A Fundação Carlos Chagas vai realizar o primeiro concurso público da história da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O edital do certame, elaborado pela organizadora, será publicado em maio e as provas realizadas até julho.

Nos próximos dias, será designada a Comissão do Concurso Público e realizada a assinatura do contrato administrativo com a Fundação Carlos Chagas.

No concurso público, serão oferecidas 85 vagas nos níveis médio e superior com salários que variam de R$ 2.609,48 a R$ 17.025,00.
Para os cargos de nível superior – 25 no total – serão disponibilizadas 10 vagas de analista legislativo para qualquer área de formação, uma de arquitetura, duas de biblioteconomia, duas de enfermagem, uma de engenharia civil, três de analista de sistema, uma de medicina, uma de jornalismo, uma de psicologia e uma de assistência social e uma de assessoria técnica de controle interno.
Serão 60 vagas de nível médio, sendo 46 técnicos legislativos, três operadores de som, cinco programadores, cinco taquigrafistas e quatro técnicos em hardware.

Da Assessoria de Imprensa

5 de abr. de 2013

O direito constitucional à saúde pública e a integralidade de assistência: colisão-ponderação entre o princípio da proibição do retrocesso social e o princípio da reserva do possível

*UMA PEQUENA REFLEXÃO SOBRE NOSSOS DIREITOS*


Resumo: A saúde pública brasileira encontra-se em crise, o tratamento médico não respeita a dignidade da pessoa humana, a cobertura não é universal e o atendimento não é integral. Diante desta elevada demanda em contraposição com a escassez dos recursos, os Estados atualmente alegam como fator impeditivo da efetivação do direito à saúde o Princípio da Reserva do Possível. Entretanto, em colisão com tal princípio existe o Princípio da Proibição do Retrocesso Social. A partir do marco teórico de Robert Alexy pertinente à colisão de princípios, realizou-se a ponderação do Princípio da Reserva do Possível e o Princípio da Proibição de Retrocesso Social, apresentando limites e possibilitando a efetivação do direito constitucional à saúde pública e a integralidade de assistência, consubstanciando a vedação do Princípio do Retrocesso Social.


Ao longo das últimas décadas a sociedade contemporânea tem acompanhado a situação da saúde pública no Brasil. A realidade demonstra milhares de pessoas por todo o Brasil abandonadas pelo Estado, espalhadas pelos corredores dos hospitais, no chão, sem tratamento médico, óbitos ocorrem devido à ausência de medicamentos, infecções, falta de recursos, carência de profissionais especializados, equipamentos obsoletos ou abandonados e inexistência de ambulâncias.
Neste contexto, a União, os Estados, os Municípios e o Distrito Federal violam a dignidade da pessoa humana, fundamento expresso na Constituição da República Federativa do Brasil, positivada no artigo 1º, inciso III, deixam de cumprir os objetivos fundamentais expressos em seu artigo 3º, pertinentes à sociedade livre, justa e solidária, não erradicam a pobreza e a marginalização, não reduzem as desigualdades sociais e regionais e por fim não promovem o bem de todos.
O direito à saúde esta tutelado na Constituição Federal, em seus artigos 6º e 196 deve ser efetivado por meio da integralidade de assistência: diretriz prevista no artigo 198, inciso II, da Constituição Federal e o princípio expresso no artigo 7º, inciso II, da Lei 8.080 de 1990.
O presente trabalho tem como objetivo principal analisar o direito constitucional à saúde pública e a integralidade de assistência, e os seguintes objetivos específicos: apresentar o conceito de direito à saúde pública; dissertar a respeito do princípio da integralidade de assistência; demonstrar os conceitos dos Princípios da Reserva do Possível e da Proibição do Retrocesso Social e a relação com o direito à saúde pública e investigar a colisão e a ponderação dos Princípios da Reserva do Possível e da Proibição do Retrocesso Social em relação ao direito constitucional à saúde pública por meio da assistência integral.
A partir do marco teórico de ALEXY (2008) pertinente à colisão de princípios, será realizada a ponderação do Princípio da Reserva do Possível e o Princípio da Proibição de Retrocesso Social. A hipótese do trabalho consiste em apresentar os limites existentes ao Princípio da Reserva do Possível, possibilitando a efetivação do direito constitucional à saúde pública e a integralidade de assistência consubstanciando a vedação do Princípio do Retrocesso Social.
2. O Direito Constitucional à Saúde Pública
O direito à saúde pública encontra-se positivado na Constituição Federal expressamente nos artigos 6º e 196, sendo um direito social e fundamental, é um dever do Estado. A saúde é inerente aos ser humano, bem como à sua vida com dignidade, sedo fundamento da República Federativa do Brasil, expresso na Constituição Federal em seu artigo 1º, inciso III.
Dentre os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 3º apresenta expressamente a busca por uma sociedade livre, justa e solidária; a erradicação da pobreza e da marginalização, a redução das desigualdades sociais e regionais e por fim promoção do bem de todos. A Constituição Federal de 1988 em seu artigo 196 apresenta a concepção de saúde.
O direito à saúde é um dever Estado, sendo inerente ao direito à vida com dignidade, concretizando assim o direito fundamental e social, conforme considera Pedro Lenza, o ser humano é o destinatário destes direitos tutelados na atual Constituição Federal da República de 1988, (LENZA, 2008).
A respeito do direito à saúde e por conseqüência à vida com dignidade estão tutelados pela Constituição Federal de 1988 e pelo ordenamento jurídico, que devem orientar o intérprete e operador do direito, neste sentido escreve Germano André Doederlein Schwartz “A saúde é, senão o primeiro, um dos principais componentes da vida, seja como pressuposto indispensável para a sua existência, seja como elemento agregado à sua qualidade. Assim a saúde se conecta ao direito à vida”. (SCHWARTZ,2001, p.52)
O Estado deve garantir o direito à saúde devido às garantias constitucionais e infraconstitucionais, conforme escreve José Adécio Leite Sampaio:
“A Constituição assegura em seu artigo 196 que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas públicas e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.” (SAMPAIO, 2002, p.699-700)
A saúde é um direito social previsto constitucionalmente no artigo 6° e no artigo 196, sendo norma de ordem pública, imperativa e inviolável, cabendo ao Estado concretizar tal direito, conforme escreve Alexandre de Moraes:
“Direitos sociais são direitos fundamentais do homem, caracterizando-se como verdadeiras liberdades potestativas, de observância obrigatória em um Estado Social de Direito, tendo por finalidade a melhoria de condições de vida aos hipossuficientes, visando à concretização da igualdade social, e são consagrados como fundamentos do Estado democrático, pelo art. 1°, IV, da Constituição Federal”. (MORAES, 2008, p.198)  
A saúde é um direito de todo o cidadão cabendo ao Estado o dever de garantir e efetivar por meio de políticas públicas, sociais e econômicas, com o intuito de minimizar doenças, agravos e principalmente prevenindo a sociedade por meio tanto da informação quanto da educação, neste sentido escreve José Afonso da Silva:
“A saúde é concebida como direito de todos e dever do Estado, que a deve garantir mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos. O direito à saúde rege-se pelos princípios da universalidade e da igualdade de acesso às ações e serviços que a promovem, protegem e recuperam.” (SILVA, 2001, p.808) 
A Constituição garante a proteção à saúde preventiva e curativa, sendo o conceito deste direito amplo, não se restringindo ao tratamento e prevenção de doenças, cabendo ao Estado a sua efetivação, conforme escreve Kildare Gonçalves de Carvalho:
“O direito à saúde, de que trata o texto constitucional brasileiro, implica não apenas no oferecimento da medicina curativa, mas também na medicina preventiva, dependente, por sua vez, de uma política social e econômica adequadas. Assim, o direito à saúde compreende a saúde física e mental, iniciando pela medicina preventiva, esclarecendo e educando a população, higiene, saneamento básico, condições dignas de moradia, trabalho, lazer, alimentação saudável na qualidade necessária, campanha de vacinação dentre outras. (CARVALHO, 2008, p.1251)”
O direito constitucional à saúde pública possui a integralidade de assistência como diretriz prevista no artigo 198, inciso II, da Constituição Federal e como princípio expresso no artigo 7º, inciso II, da Lei 8.080 de 1990.
A respeito da saúde é garantido a integralidade de assistência conforme escrevem TAVARES (2008) e MARTINS (2008), tutelando um bem estar físico, mental, social, a prevenção e o tratamento de doenças e enfermidades.
O direito à saúde pública é pautado na universalidade de cobertura e na integralidade de assistência. A assistência integral deve ser compreendida com um conjunto de ações e serviços que buscam informar, prevenir e tratar as doenças e agravos à saúde, garantindo ao indivíduo a proteção do seu potencial biológico e psicossocial e a recuperação de sua saúde. TAVARES (2008) e MARTINS (2008)
O conceito de integralidade é um dos pilares a sustentar a criação do Sistema Único de Saúde. Diretriz consagrada pela Constituição de 1988, previsto artigo 198 e a integralidade do tratamento é um princípio básico da saúde pública, previsto expressamente na Lei 8.080 de 1990 em seu artigo 7°:
“Art. 7º As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios:
I - universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência;
II - integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; (BRASIL, 1990)”
Entretanto, a atual situação econômica, política e social do Brasil por meio do Estado vem violando o direito constitucional à saúde pública, em especial ao que tange a integralidade do atendimento.
3. O Princípio da Reserva do Possível
Inúmeras são os fatores que contribuem para a violação por parte do Estado do dever constitucional e infraconstitucional pertinentes à efetivação do direito à saúde. Um dos fatores é o aumento da demanda pela sociedade brasileira, outro seria a diminuição da capacidade do Estado em efetivar o direito à saúde, conforme escreve Ingo Wolfgang Sarlet:
“De outra parte, a crescente insegurança no âmbito da seguridade social, neste contexto, de uma demanda cada vez maior por prestações sociais (ainda mais em sociedades marcadas pelo incremento da exclusão social) e de um paralelo decréscimo da capacidade prestacional do Estado e da sociedade”. (SARLET, 2006, p.420)
Os direitos sociais em geral, o direito à saúde pública e à integralidade de tratamento no Brasil não é efetivado, conforme escreve Carlos Alberto Pereira de Castro:
“Entretanto, em países – tais como o Brasil – que não atingiram o mesmo nível de proteção social que os dos continentes precursores de tais idéias – Europa, América do Norte, Oceania -, o período atual gera problemas de outra ordem: a redução de gastos públicos com políticas sociais, o que, em verdade, significa o não atingimento do prometido Bem-Estar Social”. (CASTRO, 2008, p.662)
Atualmente as sociedades estão sofrendo um elevado impacto em virtude do papel desenvolvido pelos Estados, inclusive o Brasil, ao que tange as políticas públicas, neste sentido escreve Carlos Alberto Pereira de Castro:
“É inegável que as sociedades contemporâneas estão vivendo um processo de modificação das políticas estatais. A internacionalização da economia, derrubando fronteiras até então mais ou menos respeitadas tanto pelo capital produtivo como pelo meramente especulativo, hoje impera com largueza, colocando um xeque vários conceitos e entes intocáveis, como a soberania estatal, o valor social do trabalho e a intervenção do Estado com vistas à redução das desigualdades sociais.” (CASTRO, 2008, p.662-663)
A proteção social é afetada diretamente pelos efeitos da globalização, que afeta o próprio Estado Contemporâneo, neste sentido escreve Carlos Alberto Pereira de Castro: “Os efeitos da chamada globalização da economia parecem, pois, afetar de forma direta, não apenas o tratamento das questões de proteção social, mas o próprio amálgama formador do Estado Contemporâneo”. (CASTRO, 2008, p.666)
Destaca-se que o Estado deve garantir os direitos sociais, por meio de políticas públicas, a saúde deve ser um direito concretizado de forma integral, conforme escreve Carlos Alberto Pereira de Castro:
“O Estado-Providência foi criado, segundo os seus precursores, para a redução das desigualdades sociais. Assim, o sistema se sustenta e se legitima pelo fato de que a sociedade – e o Governo eleito por esta – tem um compromisso moral com os menos favorecidos”. (CASTRO, 2008, p.668)
A integralidade de tratamento e o direito constitucional à saúde pública estão condicionados aos recursos e investimentos existentes. Neste sentido incide o Princípio da Reserva do Possível que tende a mitigar os direitos sociais.
Vale ressaltar que o Princípio da Reserva do Possível não trata exclusivamente às questões pertinentes aos recursos financeiros para a efetivação dos direitos sociais, mas sim a razoabilidade da pretensão deduzida com vistas a sua efetivação, mas também a previsão orçamentária da respectiva despesa, neste sentido escreve Ingo Wolfgang Sarlet:
“Sustenta-se, por exemplo, inclusive entre nós, que a efetivação destes direitos fundamentais encontra-se na dependência da efetiva disponibilidade de recursos por parte do Estado, que, além disso, deve dispor do poder jurídico, isto é, da capacidade jurídica de dispor. Ressalta-se, outrossim, que constitui tarefa cometida precipuamente ao legislador ordinário a de decidir sobre a aplicação e destinação de recursos públicos, inclusive no que tange às prioridades na esfera das políticas públicas, com reflexos diretos na questão orçamentária, razão pela qual também se alega tratar-se de um problema eminentemente competencial. Para os que defendem esse ponto de vista, a outorga ao Poder Judiciário da função de concretizar os direitos sociais mesmo à revelia do legislador, implicaria afronta ao princípio da separação dos poderes e, por conseguinte, ao postulado do Estado de Direito”. (SARLET, 2001,p. 286)
Atualmente, a Reserva do Possível tem sido o fundamento dos Estados buscando justificar a omissão para a efetivação dos direitos sociais, buscando afastar a intervenção do Poder Judiciário na efetivação de tais direitos, por meio da comprovação de ausência de recursos orçamentários suficientes para tanto.
A respeito da Reserva do Possível Luis Roberto Barroso afirma que os recursos públicos não são suficientes para atender as demandas sociais. Restando ao Estado direcionar o orçamento de acordo com as prioridades:
“A verdade é que os recursos públicos são insuficientes para atender todas as necessidades sociais, impondo ao Estado a necessidade permanente de tomar decisões difíceis: investir recursos em determinado setor sempre implica deixar de investi-los em outros.” (BARROSO, 2009, p.37)
Em relação à analise econômica do direito, seus limites, benefícios e beneficiários escreve Luis Roberto Barroso:
“No contexto de análise econômica do direito, costuma-se objetar que o benefício auferido pela população com a distribuição de medicamentos é significativamente menor que aquele que seria obtido no caso os mesmos recursos fossem investidos em outras políticas de saúde pública, como é o caso, por exemplo, das políticas de saneamento básico e de construção de redes de água potável”. (BARROSO, 2009, p.33-34)
Neste conturbado contexto surge a demanda social e o direito constitucional à saúde pública de forma integral diretriz prevista no artigo 198, inciso II, da Constituição Federal e no princípio expresso no artigo 7º, inciso II, da Lei 8.080 de 1990 e o limite alegado pelos Estado por meio do Princípio da Reserva do Possível.
4. O princípio da Proibição do Retrocesso Social
Em relação ao Princípio da Proibição de Retrocesso Social, José Joaquim Gomes Canotilho afirma que os direitos econômicos, sociais e culturais estão submetidos às recessões e às crises conjunturais e estruturais. Entretanto, as restrições devem sofrer limitações possibilitando o respeito à dignidade humana. (CANOTILHO 2000)
Canotilho demonstra que o Princípio da Proibição de Retrocesso Social, impõe limites em relação às restrições decorrentes de situações econômicas:
“A proibição de retrocesso social nada pode fazer contra as recessões e crises econômicas (reversibilidade fática), mas o princípio em análise limita a reversibilidade dos direitos adquiridos (ex: segurança social, subsídio de desemprego, prestações de saúde), em clara violação do princípio da proteção da confiança e da segurança dos cidadãos no âmbito econômico, social e cultural, e do núcleo essencial da existência mínima inerente ao respeito pela dignidade humana. O reconhecimento desta protecção de direitos prestacionais de propriedade, subjectivamente adquiridos, constitui um limite jurídico do legislador e, ao mesmo tempo, uma obrigação de prossecução de uma política congruente com os direitos concretos e as expectativas subjectivamente alicerçadas” (CANOTILHO, 2000, p. 332-333)
Para CANOTILHO (2000), a lei é condicionante da concretização do direito fundamental. As crises econômicas tendem a aniquilar a força normativa dos princípios que consagram direitos fundamentais.
O Instituto da Reserva do Possível deve ser submetido ao Princípio da Proibição do Retrocesso Social, sendo uma limitação fática, violando a segurança jurídica e social, uma vez que poderia violar direitos fundamentais e sociais consagrados, bem como obstar a efetivação dos mesmos.
A respeito da Reserva do Possível Canotilho reconhece a limitação da disponibilidade econômica, dos gastos elevados com políticas públicas. Entretanto, questiona o argumento dos Estados em relação à carência de recursos. (CANOTILHO, 2000.):
 José Afonso da Silva reconhece a existência no ordenamento jurídico brasileiro do Princípio da Proibição do Retrocesso Social, uma vez que as normas constitucionais definidoras de direitos sociais que vinculam o legislador e os órgãos estatais vedam o retrocesso na concretização desses direitos. (SILVA, 2007)
O Princípio da Proibição de Retrocesso Social é um princípio constitucional que possui como objetivo preservar os direitos conquistados, evitando assim supressões infundadas. Ressalta-se o entendimento de Ingo Wolfgan Sarlet, no sentido que deve existir uma evolução ao que tange os direitos fundamentais, jamais um retrocesso. (SARLET, 2001)
Este princípio encontra-se na Constituição Federal de 1988, decorrendo dos princípios do Estado social-democrático de direito, bem como da dignidade da pessoa humana, da ampliação, eficácia e efetividade dos direitos fundamentais, bem como da segurança jurídica, da solidariedade e da justiça social.
O Estado está vinculado à concretização de determinados direitos, sendo-lhe vedado restringir ou violar tais direitos tanto no plano legislativo quanto executivo, neste sentido escreve Ingo Wolfgan Sarlet.
“Negar reconhecimento do princípio da proibição de retrocesso significaria, em última análise, admitir que os órgãos legislativos (assim como o poder público de modo geral), a despeito de estarem inquestionavelmente vinculados aos direitos fundamentais e às normas constitucionais em geral, dispõem do poder de tomar livremente suas decisões mesmo em flagrante desrespeito à vontade expressa do Constituinte” (SARLET, 2004, p.162)
O direito constitucional à saúde pública e a integralidade de assistência, diretriz prevista no artigo 198, inciso II, da Constituição Federal e no princípio expresso no artigo 7º, inciso II, da Lei 8.080 de 1990, diante da reserva do possível devem ser considerados levando-se em conta Joaquim José Gomes Canotilho, em especial a tese do Princípio da Proibição de Retrocesso Social (CANOTILHO, 2000).
Diante da crise do Estado Brasileiro e das dificuldades da concretização do direito constitucional à saúde pública de forma integral deve-se considerar o Princípio da Proibição de Retrocesso Social segundo CANOTILHO (2000), bem como SARLET(2006) garantindo assim o mínimo existencial.
A aplicabilidade do Princípio da Proibição do Retrocesso Social em relação ao direito constitucional à saúde pública, em especial na integralidade do tratamento é imprescindível para a concretização deste direito fundamental e social.
5. A Ponderação do Princípio da Reserva do Possível e o Princípio da Proibição do Retrocesso Social
Será utilizada como marco teórico a tese da Lei de Ponderação para solucionar a colisão de princípios de Robert Alexy, em sua obra Teoria dos Direitos Fundamentais, levando-se em consideração a ponderação em sentido específico, verificando a importância da satisfação de um direito justifica a não satisfação do outro. 
Robert Alexy define o conceito de norma jurídica, por meio de uma diferenciação existente entre regras e princípios como duas espécies de norma, existindo diferenças em suas aplicações e ponderações. (ALEXY, 2008).
As Regras segundo Robert Alexy são "mandados definitivos", que determinam determinada conduta previamente definida. Já os Princípios, são "mandados de otimização", ordenam fazer uma coisa na máxima medida possível cuja medida de aplicação deve ser definida, pelo julgador, em cada situação de aplicação. (ALEXY, 2008).
Existe uma distinção segundo Robert Alexy as regras são aplicadas ao que tange a aplicação por subsunção e os princípios são aplicados por ponderação, ressalta-se que a colisão de princípios jurídicos não se resolve no campo da validade, mas no campo do valor: (ALEXY, 2008).
Segundo Robert Alexy existindo conflito entre regras, existem critérios objetivos para resolução, criando-se uma cláusula de exceção. Entretanto, caso dois princípios conflitam, imprescindível a ponderação no caso concreto que determinará qual prevalecerá, mas não excluirá o outro do ordenamento jurídico:
“As colisões entre princípios devem ser solucionadas de forma completamente diversa. Se dois princípios colidem – o que ocorre, por exemplo, quando algo é proibido de acordo com um princípio e, de acordo com o outro, permitido -, um dos princípios terá que ceder. Isso não significa, contudo, nem que o princípio cedente deverá ser declarado inválido, nem que nele deverá ser introduzida uma cláusula de exceção”. (ALEXY, 2008, p.93)
Os princípios conforme ressaltado anteriormente, segundo Robert Alexy são mandados de otimização que atuam no caso concreto em graus diferentes, de acordo com o caso concreto levando-se em consideração as questões jurídicas relacionadas aos princípios em colisão que devem ser ponderados. (ALEXY, 2008).
Robert Alexy afirma ser imprescindível ponderação entre os direitos sociais, inclusive o direito à saúde e a reserva do possível, uma vez que o direito à saúde de alguns cidadãos podem extinguir o direito de outros devido a escassez dos recursos. (ALEXY, 2008). Neste sentido escreve Luis Roberto Barroso:
“Alguém poderia supor, a primeiro lance de vista, que se está diante de uma colisão de valores ou de interesses que se contrapõe, de um lado, o direito à vida e à saúde e, de outro, a separação de Poderes, os princípios orçamentários e a reserva do possível. A realidade, contudo, é mais dramática. O que está em jogo, na complexa ponderação aqui analisada, é o direito à vida e à saúde de uns versus o direito à vida e à saúde de outros. Não há solução juridicamente fácil nem moralmente simples nessa questão.” (BARROSO, 2009, p.13)
 Luis Roberto Barroso afirma que os direitos fundamentais ao serem exigidos, inclusive por via judicial, podem sofrer ponderações tanto com direitos fundamentais, quanto como princípios constitucionais. (BARROSO, 2009).
Nesse sentido vale ressaltar que o direito constitucional à saúde deve ser ponderado no caso concreto, sendo concretizado por meio da maior extensão possível, considerando-se o suporte fático, jurídico e financeiro, garantindo e efetivando o direito à vida com dignidade, bem como respeitando o Princípio do Retrocesso Social e o Princípio da Reserva do Possível, conforme afirma Luis Roberto Barros: “As políticas públicas de saúde devem seguir a diretriz de reduzir as desigualdades econômicas e sociais”. (BARROSO, 2009, p.34)
A solução pertinente para a colisão do Princípio do Retrocesso Social e o Princípio da Reserva do Possível ocorrerá de acordo com as peculiaridades do caso concreto, ponderando-se entre as necessidades e as possibilidades dos envolvidos por meio da proporcionalidade.
Segundo Robert Alexy sendo mandamentos de otimização, devem ser aplicados com o objetivo de atender à necessidade social por meio da proporcionalidade, em especial a adequação das medidas para se atingir o objetivo desejado, sendo esta media a menos gravosa, levando-se em consideração as vantagens a serem auferidas. (ALEXY, 2008)
 6. Conclusão
O direito à saúde pública é um direito fundamental e social, sendo inerente ao direito à vida com dignidade. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, bem como a legislação infraconstitucional nacional garantem tal direito.
O ordenamento jurídico garante o direito à saúde, atribuindo como um dever fundamental do Estado. Nesse contexto surge uma demanda à prestação pelo poder público pertinente ao acesso e ao tratamento integral, em contraposição aos recursos limitados.
Diante das garantias legais e constitucionais o direito à saúde pode ser entendido como um direito público subjetivo irrestrito, no qual o cidadão tem o direito de obter na integralidade o tratamento que lhe for necessário.
Entretanto, os recursos são limitados e o Estado não possui condições de efetivar todas as políticas públicas necessárias para todos os cidadãos.
Vale ressaltar a vedação do retrocesso social ao que tange os direitos conquistados ao longo dos séculos. Neste sentido, evidente a colisão entre os princípios da Reserva do Possível e a Proibição do Retrocesso Social.
A solução para a colisão dos princípios em questão deve ser pautada na ponderação entre os mesmos, levando-se em consideração as peculiaridades do caso concreto.
O direto fundamental à saúde pública deve ser concretizado em respeito às garantias e aos princípios constitucionais, levando-se em consideração a realidade social, o bem comum e as peculiaridades do caso concreto.
O Princípio da Reserva do Possível não deve ser pleno e absoluto¸ jamais deve ser considerado de forma isolada como argumento plausível para justificar a ausência de determinada política pública, em especial em relação ao direito à saúde.
O Princípio da Proibição do Retrocesso Social tem como objetivo impedir que determinados direitos sejam extirpados do ordenamento jurídico, garantindo um mínimo existencial e um caráter evolutivo à sociedade.
Por fim, vale ressaltar que os princípios de maneira geral possuem diferentes graus de concretização, sendo imprescindível a análise do caso concreto, bem como dos demais princípios que integram o ordenamento jurídico, realizando assim uma ponderação com o intuito de estabelecer o direito a cada um dos envolvidos.
A ponderação do Princípio da Reserva do Possível e da Proibição do Retrocesso Social deverá ocorrer, levando-se em consideração os argumentos do Estado que deve ainda demonstrar de forma clara que não violou o Princípio do Retrocesso Social, bem com a efetivação do direito à saúde acarretará um dano mais elevado à sociedade.
O direito constitucional à saúde pública de forma integral vem sofrendo limitações com base nos Princípios da Reserva do Possível. Entretanto, imprescindível que seja realizada no caso concreto a ponderação por meio da proporcionalidade com o Princípio da Proibição de Retrocesso Social, possibilitando a efetivação do direito constitucional à saúde pública e a integralidade de assistência: diretriz prevista no artigo 198, inciso II, da Constituição Federal e o princípio expresso no artigo 7º, inciso II, da Lei 8.080 de 1990.


fonte:
http://www.ambito-juridico.com.br

Mostrem os dois lados da moeda, por que vendo apenas um lado agente pensa que é falsa.



O mais interessante dos veículos de comunicação de Umarizal é quase todos falam a mesma coisa, hoje saiu um informativo novo na cidade de Umarizal o “oeste cidades” muito bom , mas só mostra fatos preservados como blindagem ao prefeito mano.
Estou sabendo que a assessoria do município de Umarizal estará nos próximos dias divulgando através de um jornal expresso os 90 dias do governo mano.
Tudo bem concordo plenamente e sou de acordo, até por que a forma de informar os cidadãos umarizalenses sendo impresso vai garantir que aquelas pessoas que não tem acesso a internet possam saber mais dessa nova administração.
Agora outra coisa é só mostra a parte boa, por que não aproveitam tantos veículos de comunicação que a prefeitura tem e revela um pouco do que está errado, mesmo dizendo que vai conserta esses erros depois.
Temos que mostrar as duas partes e não apenas o que de fato todos nós sabemos.

O Rio Grande do Norte ganhará mais 3 deputados estaduais e mais 1 federal em 2014




EM PAUTA

Tramita no Tribunal Superior Eleitoral - TSE, processo referente à nova distribuição de parlamentares (estaduais e federais), de acordo com o último censo do IBGE.

Pelo atual número de habitantes, o Rio Garnde do Norte deve ganhar mais um deputado federal e mais três deputados estaduais.

Isso significa que, a partir das eleições do próximo ano (2014), o Rio Grande do Norte terá 27 deputados estaduais (atualmente são 24) e 9 deputados federais (atualmente são apenas 8). 

SERRA DO MEL E CAIÇARA DO RIO DOS VENTOS NOVAS ELEIÇÕES NO PROXIMO DOMINGO DIA 07 DE ABRIL

ENCERRANDO

Finalmente está encerrando a segunda temporada de comícios e movimentações políticas em Serra do Mel.

No ultimo dia 03 Dona Francisca e Ceicinha, do PT, encerraram a campanha, com carreata e comício na praça Cortez Pereira - Vila Brasília.  Pelas informações, foi uma grande movimentação política.

Ontem dia 04, foi a vez da coligação "Serra do Mel de Todos", dos candidatos Fabinho e Erivaneide, com promessa de "casa cheia".

Agora, Bicudos e Bacuraus correrão para o tudo ou nada de domingo, dia 7 (Dia da eleição).

Como diz o dito popular, será a hora da onça beber água!!!
 



FONTE:http://blogdoaldoaraujo.blogspot.com.br/

MAIS UM VEICULO DE COMUNICAÇÃO JÁ ESTÁ CIRCULANDO EM UMARIZAL



Já está circulando na cidade de Umarizal mais veiculo de informação , trata-se do informativo “OESTE CIDADES.

O informativo é gratuito e conta toda a historia de nossa querida Umarizal , não só o passado., o informativo coloca a população muito próxima da administração do atual prefeito mano e já começa divulgando as primeiras ações realizadas nesses quase 100 dias de administração.


Quero desde – já agradecer ao redator desse informativo que veio até aqui na minha lojinha me comtemplar com essa primeira edição desse informativo.

Parabéns a Raimundinho Dias pela iniciativa de retornar com o seu trabalho lembro-me muito bem da gestão do prefeito Adson Luiz onde Raimundinho já fazia o mesmo.

Bandidos matam deficiente físico em Macaíba



A noite desta quinta-feira (4) foi de violência na Grande Natal, com quatro crimes de homicídio. Um deles aconteceu na cidade de Macaíba, onde um deficiente físico foi assassinado na calçada de uma casa, quando estava sentado em uma cadeira de rodas.
A vítima, que ainda está como não identificada no Instituto Técnico-Científico de Polícia, estava sozinho da residência, localizada na rua Governador Dinarte Mariz, quando foi surpreendido por homens armados. Os criminosos se aproximaram do deficiente e atiraram na cabeça dele.
Pelo menos dois tiros foram efetuados, matando o homem no local onde estava. A vítima chegou a cair da cadeira de rodas e ficar no chão da calçada. Informações repassadas pela polícia dão conta que o deficiente físico posse ter sido vítima de um acerto de contas, no entanto, ainda não se sabe a motivação.


FONTE:http://portalbo.com

TAU PAI TAU FILHO / Walter Alves participa do comício de Arnaldo em Caiçara

O deputado estadual Walter Alves (PMDB) participou do comício de encerramento de campanha do candidato a prefeito de Caiçara do Rio do Vento pelo PMDB, Arnaldo Acioli. A movimentação foi feita na noite desta quinta-feira (4), último dia autorizado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para movimentações políticas antes do pleito do próximo domingo (7).
Durante o discurso, Walter enalteceu a trajetória de Arnaldo que começou a trabalhar ainda adolescente vendendo frutas nas margens da BR-304 e hoje se consolidou como um dos grandes comerciantes do município. Walter também destacou a campanha de Arnaldo.
“Arnaldo, eu não tenho nada contra o adversário, mas eu não subo em palanque para falar mal dos outros. Eu subo em palanque que tem conteúdo, que tem o que mostrar e apresentar. Você já apresentou excelentes propostas nesses dias. Você tem coragem, é batalhador, é guerreiro e é o candidato que reúne mais condições de fazer uma excelente gestão para Caiçara”, argumentou.

Advogado, Glauber Rêgo, recorre ao Supremo Tribunal Federal para garantir vaga como desembargador no TJ-RN.

 
 
A escolha do novo desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) depende agora de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O advogado Glauber Antônio Nunes Rêgo ingressou com um mandado de segurança na esfera federal solicitando a garantia de sua posse na vaga.

No dia 14 de fevereiro, o TJRN decidiu que a votação para a formação da lista tríplice seria pública, mas por voto secreto. No dia seguinte, a governadora Rosalba Ciarlini nomeou Glauber Rêgo para o vaga. Contudo, a escolha foi suspensa pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após intervenção da advogada Germana Amorim Ferreira.

Até então, o caso seguia no CNJ com pauta de julgamento previsto para o último dia 2 de abril, quando foi adiada por força do mandado de Glauber, no Supremo.

O advogado justifica sua decisão alegando ser um direito dele como um dos interessados no caso, buscando a esfera do Supremo como o julgador de direito da decisão do pleno. "É um direito meu e vou atrás. Respeito o CNJ, mas ele decide por questões administrativas. Estou pedindo o julgamento da minha indicação e nomeação", comentou o advogado.

Glauber detalhou que o pedido de liminar é um instrumento de urgência, no entanto, não existe prazo para apreciação do relator, o ministro Celso de Mello. "Se a decisão dele for favorável a meu pedido, o processo será suspenso no CNJ e segue no Supremo. Se a decisão for contrária, a suspensão do CNJ deixa de existir e continua o julgamento no conselho", explicou.

Sobre a decisão da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Norte (AMPERN) de pedir a vaga para um indicado do Ministério Público (MP), o advogado afirmou que "se o ele [MP] acha que tem direito a vaga, respeito a decisão deles buscarem esse direito".

Do Portal No Ar

Disputa partidária em 2014 / já começaram as articulações




Além da sucessão presidencial, um dos pontos fortes das eleições gerais de 2014 será a disputa pelos governos estaduais. Será a primeira eleição de grande porte com a participação de novos partidos como o PSD, a Rede de Marina e outros menos votados.
Já aqui no rio grande do norte o ninho politico está totalmente vácuo, isso por que provavelmente o PT não vai ter candidato ao governo mas tentará se fortalecer elegendo a deputada Fatima bezerra senadora, tentar a reeleição de Fernando mineiro e ingressar outro nome para ocupar a vaga de Fatima na câmara federal.
O vice governador e pré candidato Robinson farias ainda não decolou, com isso o suporte maior fica a cargo do PMDB do ministro Garibaldi Alves que no entanto o nome mais cotado para a disputa do governo, mas não podemos esquecer da força do PSB de Wilma de farias que é a atual vice prefeita de natal e junta com Carlos Eduardo tem grande suporte eleitoral na capital do estado.
A governadora Rosalba Ciarline ainda conta com o apoio do PMDB mas não se sabe até quando.
O DEM é claro um partido de muitas lideranças em todo o estado mas se Rosalba não conseguir mudar o atual quadro politico ela pode ficar sozinha no futuro e sem nenhuma chance de reeleição., dai onde pode decolar o nome de Robinson farias do PSD isso se o PMDB não tiver candidato próprio, e se-juntar a ele que é uma coisa muito provável.
A realidade é que temos um Garibaldi querido por muitos, uma Wilma de farias de fogo bem aceso, um Robinson querendo se aproximar dos prefeitos do oeste e uma governadora que até então está abaixo do esperado.

4 de abr. de 2013

PONTO FINAL / VEREADOR PAULO MÁRCIO SERÁ SIM O PRESIDENTE DA CÂMARA NO BIÊNIO 2015/2016 “DIZ EX-VEREADOR”


Nada melhor de que escutar palavras de quem bem entende do assunto, em encontro hoje pela manha com ex-presidente da câmara chico de branca, perguntei ao mesmo se existia alguma possibilidade da eleição realizada pela câmara dia 26 de março ser anulada.

Chico me respondeu que respeita a posição do amigo vereador zé moura , mas que de fato a eleição foi um ato legal dentro do regimento orgânico da casa.

Chico de branca“ Cleumy, não vejo nenhuma possibilidade dessa eleição ser anulada, e o amigo vereador Paulo márcio será sim o presidente da câmara no biênio de 2015/2016., agora se tivesse sido convocada uma eleição extraordinária para essa votação antes do inicio do ano legislativo ai sim teria ferido gravemente o regimento, já que existe uma lei da casa que diz poderá ser convocada novas e qualquer eleições depois da primeira seção do inicio do ano legislativo, fato esse que não aconteceu.” Disse o ex – vereador chico de branca ao blog.  
 

Do blog- nada melhor de que as palavras de quem já foi vereador por dois mandatos e presidente da câmara por 04 anos.