18 de out. de 2026

Pesquisa Item/Difusora aponta Allyson Bezerra com 51% e Cadu Xavier com 44% no RN.

 



 
Um levantamento encomendado pela Rádio Difusora - de Mossoró, e realizado pelo instituto Item Consultoria e Pesquisa Data revelou, neste sábado (17), novos números sobre a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte neste segundo turno.

De acordo com os dados apresentados pela pesquisa estimulada, o candidato Allyson Bezerra registra 51% das intenções de voto, enquanto o candidato Cadu Xavier (Cadu de Lula) aparece com 44%. 

Votos brancos e nulos somam 1%, e 4% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

A pesquisa informou ter ouvido 1.250 eleitores entre os dias 13 e 15 de outubro, apresentando uma margem de erro estimada em 2,77 pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral sob o número RN-01978/2026 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02615/2026.

Acompanhar a evolução das pesquisas faz parte do processo democrático. Reforçamos aos nossos leitores que este veículo tem o compromisso de divulgar levantamentos de diferentes institutos devidamente registrados, atuando estritamente com o dever de informar a população.

A responsabilidade técnica, metodológica e legal pelos números apresentados é exclusiva das empresas realizadoras, cabendo à Justiça Eleitoral a fiscalização dos procedimentos técnicos adotados.

Pesquisa Item/Difusora: Lula tem 59% e Flávio Bolsonaro 37,5% das intenções de voto no RN.

 



Pesquisa do Instituto Item, divulgada pela Rádio Difusora, neste sábado (17), aponta o presidente Lula (PT) com 59% das intenções de voto no Rio Grande do Norte, contra 37,5% do senador Flávio Bolsonaro (PL), na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial.


A vantagem de Lula é de 21,5 pontos percentuais. Indecisos, votos brancos e nulos somam 3%, enquanto 0,5% não souberam ou não responderam.

O levantamento ouviu 1.250 eleitores entre os dias 13 e 15 de outubro, com margem de erro de 2,77 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-02615/2026 e RN-01978/2026.

PESQUISA VERITÁ: Flávio Bolsonaro tem 51,1% contra 48,9% de Lula

 

Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Lula (PT) nas intenções de voto na disputa do segundo turno das eleições presidenciais, segundo pesquisa nacional do instituto Veritá divulgada neste sábado (17).

De acordo com o levantamento, Flávio registra 51,1% das intenções de voto, contra 48,9% de Lula. A diferença entre os candidatos é de 2,2 pontos percentuais.

A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 16 de outubro, com 15.554 entrevistados. O levantamento tem margem de erro de um ponto percentual, intervalo de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01107/2026.

DEBATE NA BAND: Lula e Flávio Bolsonaro terão 30 minutos de confronto direto neste domingo (18)

 

O primeiro debate entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em um debate presidencial será realizado neste domingo (18), às 20h, na Band, em São Paulo. Os candidatos terão 30 minutos de discussão livre no primeiro bloco do programa.

O debate terá três blocos e será mediado pelos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo. Nos blocos seguintes, além das perguntas dos apresentadores, os candidatos poderão questionar um ao outro. O encontro terminará com as considerações finais.

A transmissão será feita pelos veículos do Grupo Bandeirantes e por emissoras parceiras, incluindo TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan. A programação terá duração prevista de duas horas.

A participação de Flávio foi confirmada na quarta-feira (14), após o senador anunciar inicialmente que não compareceria. Ele afirmou que a declaração anterior foi uma “armadilha” para pressionar Lula a confirmar presença. A campanha do presidente também confirmou sua participação.

Os dois candidatos não participaram de debates no primeiro turno. Flávio terminou a primeira etapa da eleição com 47% dos votos, contra 45% de Lula. O último debate do segundo turno está previsto para sexta-feira (23), na TV Globo.

17 de out. de 2026

Mesmo após erros no 1º turno, pesquisa do Instituto Affare divulgada pelo Blog do BG sobre o 2º turno no RN é barrada pela Justiça Eleitoral.

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A história se repete na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no 2º turno. 

Após erros gritantes no 1º turno e acumular R$ 111 mil em multas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) por problemas amostrais, o Instituto Affare teve mais uma pesquisa suspensa pela Justiça Eleitoral por irregularidades.

Divulgado pelo Blog do BG, o levantamento (registro RN-08411/2026) colocava Cadu de Lula (PT) com 49,1% dos votos totais contra 44,2% de Allyson Bezerra (União Brasil).

Porém, a divulgação foi barrada liminarmente pela Justiça Eleitoral devido a falhas na amostragem, divergências nos pesos metodológicos e falta de transparência sobre critérios de direcionamento. O novo tropeço reforça o histórico conturbado da empresa.

Além de duas condenações do TRE-RN por sub-representar eleitores de baixa renda, o Affare já havia errado no 1º turno ao apontar Cadu na liderança - quando as urnas confirmaram Allyson em 1º lugar com 36,94% dos votos.

Para completar, a pesquisa foi feita exclusivamente por ligações telefônicas automáticas sem entrevistadores humanos.

Pesquisa eleitoral precisa de rigor e credibilidade. Com a nova suspensão, o eleitor potiguar volta a colocar em xeque os números divulgados.

RADIOGRAFIA ELEITORAL | 2º TURNO NO LESTE E EM NATAL

 




O PL ficou neutro no segundo turno para governador. Mesmo assim, os três deputados federais eleitos pelo partido (Nina Souza, sargento Gonçalves e general Girão) declararam apoio a Allyson Bezerra. Em Natal, o prefeito Paulinho Freire (União), que apoiou Álvaro Dias no primeiro turno, também anunciou apoio a Allyson. Ele estava acompanhado de 23 dos 29 vereadores da capital.


📊 Os números do 1º turno:

🔹 Leste Potiguar, que reúne 45% do eleitorado do RN, terminou em empate triplo: Allyson 33,4%, Cadu 33,3% e Álvaro 33,0%.
🔹 Em Natal, Álvaro teve 165.210 votos (39,7%), Cadu 147.509 (35,4%) e Allyson 101.941 (24,5%).
🔹 Nina, Gonçalves e Girão somaram 147.104 votos na capital. Foram o 2º, o 3º e o 4º federais mais votados em Natal.
🔹 No Leste, os três deputados juntos tiveram 284.474 votos.

🧮 A equação de Natal: Allyson (101.941) + Álvaro (165.210) somam 267.151 votos, contra 147.509 de Cadu.

⚠️ Esse número é um teto, não uma previsão. Apoio não é transferência automática de voto, porque quem decide é o eleitor. Mas os números mostram onde o segundo turno vai ser decidido.

📌 Fontes: TRE-RN, totalização do 1º turno (04/10/2026). O anúncio dos apoios foi em 13/10/2026.

16 de out. de 2026

Flávio e Lula empatam em 50% dos votos válidos, diz PoderData/Aya.


Pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta 6ª feira (16.out.2026), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados, com 50% dos votos válidos cada um. ...


Além dos 32 votos que faltaram: uma explicação sobre porque Robinson Faria não se reelegeu

b650dcd7-b608-4591-9422-2aced607c197Robinson Faria ficou a apenas 32 votos de renovar seu mandato na Câmara dos Deputados. Na minha avaliação, sua derrota reflete a dificuldade de transformar bons apoios políticos em votos. Os ataques à sua passagem pelo governo reacenderam lembranças negativas e pesaram na campanha. Em Mossoró, recebeu menos votos que João Maia e Benes, apesar de contar com uma boa estrutura de aliados. Mais do que um apoio pontual que faltou, o desgaste de seu nome ajuda a explicar o resultado..

Imagino a frustração do deputado federal Robinson Faria ao olhar para o resultado e perceber que ficou a apenas 32 votos de renovar seu mandato na Câmara dos Deputados.

Uma diferença tão pequena deve provocar uma revisão de toda a campanha: o apoio político que escapou, o reduto em que o empenho poderia ter sido maior, a liderança que não correspondeu à expectativa. Deve estar passando um festival de razões pela cabeça de Robinson. Afinal, quando faltam tão poucos votos, qualquer oportunidade perdida ganha um peso enorme.

Na minha leitura, porém, há uma explicação mais ampla para sua derrota. Entre os três candidatos mais fortes do União Brasil/PP, Robinson tinha uma estrutura expressiva de apoios, mas era o nome que encontrava mais resistência entre os eleitores. Sua dificuldade estava em transformar essa estrutura em votos.

Esse desgaste ganhou força quando Kelps Lima passou a apresentar Robinson como o pior governador da história do Rio Grande do Norte. A expressão repercutiu e trouxe de volta ao debate a avaliação de sua passagem pelo governo.

Depois, as campanhas de Cadu de Lula e Álvaro Dias passaram a explorar a ligação de Robinson com Allyson Bezerra para atingir o candidato ao governo. Robinson foi apresentado como o aliado cuja presença colocaria em dúvida o discurso de mudança de Allyson.

Vieram os carimbos: “o pior governador”, “Allyson de Robinson” e as referências aos atrasos de quatro folhas de pagamento e à crise da previdência dos servidores durante sua gestão. Na narrativa dos adversários, Robinson virou o menino mau da história.

Embora esses ataques buscassem atingir Allyson, também colocavam o próprio Robinson no centro da rejeição. Ao disputar a reeleição para deputado federal, ele precisava pedir votos enquanto sua imagem como ex-governador era permanentemente lembrada de forma negativa.

Nas cidades, seus apoiadores sentiam essa dificuldade. Ter uma liderança ao lado da candidatura não significava conseguir convencer o eleitor. O apoio existia, mas o nome pesava na hora de pedir o voto.

Mossoró oferece um exemplo desse contraste. Robinson, João Maia e Benes Leocádio contaram com uma boa estrutura política e, segundo a divisão de apoios organizada por Allyson entre seus aliados na cidade, partiram de condições semelhantes de sustentação.

O resultado, entretanto, foi bastante diferente: João Maia recebeu 5.933 votos; Benes Leocádio, 4.993; e Robinson, 2.948. Esses números, isoladamente, não explicam a derrota, mas ajudam a ilustrar a dificuldade de converter apoio político em adesão eleitoral.

Ouvi de vários apoiadores de Robinson que, ao entrar nas casas, encontravam resistência para convencer o eleitor a votar nele. Segundo esses relatos, pedir votos para os outros candidatos era mais fácil.

Por isso, entendo que a campanha de Robinson ficou mais difícil a partir do momento em que a avaliação negativa de seu governo voltou ao centro do debate. Seus adversários conseguiram associar sua candidatura a lembranças que ele precisava superar para renovar o mandato.

Os 32 votos que faltaram tornam compreensível a busca por uma falha pontual. Mas, na minha avaliação, a principal explicação está no desgaste que limitou seu crescimento ao longo da campanha. Robinson reuniu bons apoios em todo o RN. O que não conseguiu, na medida necessária, foi vencer a resistência ao próprio nome.


Governo Fátima Bezerra tem 42% de avaliação negativa e desaprovação pessoal chega a 55%, aponta Quaest/InterTV.

























A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (13) mostra como os eleitores estão avaliando o governo de Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte.

De acordo com o levantamento, a maior parte da população vê a atual administração com olhos críticos.

Quando questionados sobre como classificam a gestão, 42% dos entrevistados responderam que ela é negativa, enquanto 29% a consideram regular e 25% a avaliam como positiva. Apenas 4% não souberam ou não quiseram responder.

Além de analisar o governo de forma geral, o estudo também procurou saber o que as pessoas acham do trabalho pessoal de Fátima Bezerra na função de governadora.

Nesse ponto, os números mostram que a maioria desaprova o desempenho da gestora, com 55% de rejeição contra 38% de aprovação, além de 7% que preferiram não opinar.

A pesquisa ouviu 1.098 pessoas entre os dias 9 e 12 de outubro, tem margem de erro de três pontos percentuais e está registrada sob o número RN-03210/2026.

Pesquisa Datafolha – Rejeição: Lula tem 46% de rejeição e Flávio Bolsonaro, 44%

 Pesquisa Datafolha - Rejeição: Lula tem 46% de rejeição e Flávio Bolsonaro, 44%

A Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostra sobre a rejeição dos candidatos a presidente do Brasil.


Lula da Silva (PT) lidera a rejeição dos eleitores, por 46%, que afirmam não votar de forma alguma no petista. A rejeição a Flávio Bolsonaro (PL) é de 44%.

No levantamento anterior, de 8 de outubro, Lula mantinha os mesmos 46% de rejeição, enquanto Flávio registrava 43%. Agora, 3% dos entrevistados dizem rejeitar os dois candidatos e 7% afirmam que não rejeitam nenhum deles.

Entre os eleitores de Flávio, 74% dizem votar nele por considerá-lo o melhor candidato, enquanto 17% afirmam que a escolha é motivada pelo desejo de derrotar Lula. Entre os apoiadores do presidente, 83% dizem escolhê-lo por considerá-lo o melhor candidato, e 12% afirmam votar para impedir a vitória do senador.

A pesquisa também aponta que 50% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, enquanto 48% aprovam. Na avaliação da gestão, 41% consideram o governo ruim ou péssimo, e 35% o classificam como ótimo ou bom.

O levantamento ouviu 2.520 pessoas nos dias 13 e 14 de outubro, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança, de 95%. Contratada pela Folha de S.Paulo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00466/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado em 25 de outubro.

9 de out. de 2026

No RN, 73 mil eleitores anularam voto ao tentar votar duas vezes no mesmo candidato ao Senado


 O Rio Grande do Norte teve 73.316 eleitores que anularam o segundo voto para senador porque repetiram o mesmo candidato escolhido na primeira votação. O número corresponde a 3,38% dos 2.167.714 eleitores que registraram votos para o cargo nas eleições de 2026. Houve casos de anulação por esse motivo em todos os 167 municípios potiguares.

O levantamento foi realizado por O Correio de Hoje a partir dos Registros Digitais do Voto (RDVs) disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e abrange as 8.115 seções que funcionaram no Estado. Nos arquivos, esse tipo de ocorrência é classificado especificamente como “nulo por repetição”.

Close de urna eletrônica com teclado numérico e teclas branco, corrige e confirma, enquanto eleitor pressiona o botão verde
Eleitores foram às urnas no último domingo 4 - Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Na eleição deste ano, cada eleitor do Rio Grande do Norte podia escolher dois candidatos diferentes para o Senado, porque estavam em disputa as duas cadeiras destinadas ao Estado. Depois de confirmar o primeiro nome, o eleitor precisava digitar o número de outro candidato. Caso repetisse o mesmo número, a primeira escolha era mantida, mas o segundo voto era automaticamente anulado.

Por isso, os 73.316 registros representam eleitores que conseguiram votar normalmente em um candidato, mas perderam a oportunidade de escolher um segundo nome. Em relação às 4.335.428 posições de voto para o Senado abertas nas urnas, considerando as duas escolhas de cada eleitor, as repetições corresponderam a 1,69%.

Os números mostram que a maior quantidade de repetições ocorreu com a candidata Samanda de Lula (PT), cujo número 131 foi digitado duas vezes por 23.990 eleitores. Em seguida, aparecem Coronel Hélio (PL), com 17.572 repetições do número 222; Styvenson Valentim (Podemos), com 10.850 do número 200; Rafael Motta (PDT), com 9.943 do número 123; Zenaide Maia (PSD), com 7.625 do número 555; e Tércio Tinôco (União), com 2.902 do número 444.

Os demais candidatos somaram 434 repetições. O dado não representa votos retirados da primeira escolha. Quando o eleitor digitava duas vezes o mesmo candidato, apenas a segunda tentativa era anulada, enquanto o primeiro voto continuava válido e era contabilizado normalmente.

Repetições foram 17% dos votos nulos

Ao todo, a disputa pelo Senado registrou 426.640 votos nulos, somando os 353.324 nulos comuns (como digitar 000) aos 73.316 anulados por repetição. Isso significa que as tentativas de escolher duas vezes o mesmo candidato representaram 17,18% de todos os votos nulos para o cargo no Rio Grande do Norte. Também foram registrados 301.982 votos em branco, somadas as duas opções de voto.

Para preservar o sigilo do voto dos eleitores, o RDV não mantém os votos ligados a cada eleitor nem identifica se os 353.324 nulos comuns e os 301.982 brancos foram registrados na primeira ou na segunda escolha. O que é possível afirmar com precisão é que os 73.316 nulos por repetição ocorreram necessariamente no segundo voto.

Tenente Ananias teve maior proporção

A maior incidência proporcional de repetições foi encontrada em Tenente Ananias, no Alto Oeste potiguar. No município, 482 dos 6.847 eleitores que votaram para o Senado repetiram a primeira escolha, o equivalente a 7,04%. Considerando os 1.543 votos nulos registrados na cidade, as repetições responderam por 31,24% do total.

Venha-Ver aparece em segundo lugar, com 193 repetições entre 3.007 votantes, índice de 6,42%. A cidade teve 855 votos nulos para o Senado, dos quais 22,57% decorreram da tentativa de votar duas vezes no mesmo candidato.

Na sequência estão Luís Gomes, com 328 repetições e índice de 5,82%; Japi, com 266 e 5,65%; e Encanto, com 233 e 5,56%. São José do Campestre, Equador, Portalegre, Rodolfo Fernandes e Doutor Severiano completam a relação dos dez municípios com os maiores percentuais.

Natal concentrou 12,8 mil casos

Entre as três maiores cidades do Estado, Parnamirim teve a maior proporção de votos anulados por repetição, embora Natal tenha concentrado o maior número absoluto.

Na capital, foram identificados 12.826 eleitores que repetiram o candidato, o equivalente a 2,83% dos 453.418 votantes. Natal teve 85.071 votos nulos para o Senado, dos quais 15,08% foram provocados pela repetição. Os outros nulos chegaram a 72.245, além de 59.378 votos em branco.

Mossoró contabilizou 4.528 repetições entre 157.644 eleitores, índice de 2,87%. O município registrou 31.190 votos nulos para o cargo. As repetições representaram 14,52% desse total, enquanto os nulos comuns somaram 26.662. Outros 27.049 votos foram deixados em branco.

Em Parnamirim, 3.506 dos 121.179 eleitores repetiram o primeiro candidato, proporção de 2,89%. Foram 21.169 votos nulos no município, incluindo 17.663 nulos comuns. As repetições responderam por 16,56% do total. A cidade ainda teve 17.712 votos em branco.

OS NÚMEROS DA REPETIÇÃO

Rio Grande do Norte
Eleitores com votação para o Senado: 2.167.714
Posições de voto, considerando duas escolhas: 4.335.428
Nulos por repetição: 73.316
Proporção sobre os eleitores: 3,38%
Outros votos nulos: 353.324
Total de votos nulos: 426.640
Participação das repetições entre os nulos: 17,18%
Votos em branco: 301.982

Maiores índices municipais
Tenente Ananias: 482 repetições entre 6.847 eleitores, ou 7,04%; 1.543 nulos no total
Venha-Ver: 193 entre 3.007, ou 6,42%; 855 nulos no total
Luís Gomes: 328 entre 5.639, ou 5,82%; 1.504 nulos no total

Três maiores cidades
Natal: 12.826 repetições, ou 2,83% dos eleitores; 85.071 nulos no total
Mossoró: 4.528 repetições, ou 2,87%; 31.190 nulos no total
Parnamirim: 3.506 repetições, ou 2,89%; 21.169 nulos no total

Números mais repetidos
131, Samanda de Lula: 23.990
222, Coronel Hélio: 17.572
200, Styvenson Valentim: 10.850
123, Rafael Motta: 9.943
555, Zenaide Maia: 7.625
444, Tércio Tinôco: 2.902

Eleições: propaganda gratuita no rádio e na TV volta nesta sexta

 

A partir desta sexta-feira (9), os candidatos que disputam o segundo turno voltarão a aparecer em propagandas no rádio e na televisão. A publicidade é permitida até o dia 23 de outubro, dois dias antes da votação.

Tanto Flávio Bolsonaro (PL) quanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidatos à Presidência da República, terão direito a dois blocos diários nas emissoras de rádio:

  • das 7h às 7h10 (com cinco minutos para cada candidato);
  • das 12h às 12h10 (com cinco minutos para cada candidato).

Na TV, eles terão o mesmo tempo, também dividido em dois blocos:

  • das 13h às 13h10;
  • das 20h30 às 20h40.

Essas propagandas serão transmitidas de segunda a sábado.

Governo do Estado

As mesmas regras valem para os candidatos aos governos estaduais que concorrem no segundo turno, como é o caso do Rio Grande do Norte, com a disputa entre Alllyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT). As transmissões em cada estado ocorrerão logo após as propagandas dos candidatos à Presidência.

Assim, nas emissoras de rádio, o primeiro bloco será transmitido das 7h10 às 7h20, enquanto o segundo bloco acontece entre 12h10 e 12h20.

Já na TV, o horário do primeiro bloco é das 13h10 às 13h20, enquanto o do segundo é das 20h40 às 20h50.

Vorcaro conta que liberou dinheiro para filme sobre Lula por negócios no governo

 

Vorcaro conta que liberou dinheiro para filme sobre Lula por negócios no governo

Novos relatos atribuídos ao banqueiro Daniel Vorcaro apontam um suposto esquema de propinas envolvendo fundos de pensão de servidores federais. De acordo com as informações obtidas pela revista VEJA, o banqueiro afirma ter negociado pagamentos ilícitos com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto para garantir acesso aos recursos das entidades controladas por aliados do partido.

Entre as transações relatadas, Vorcaro menciona a entrega de R$ 30 milhões em dinheiro vivo ao Instituto Lula, administrado por Paulo Okamotto. O montante teria como destino o financiamento de um documentário sobre a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva no exterior. Além dessa quantia, outro valor cujo montante não foi revelado teria sido pago diretamente à mesma instituição.

O banqueiro apresentou os detalhes do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR). No entanto, o órgão optou por não dar seguimento à investigação, sob o argumento de que faltavam provas materiais, uma vez que as operações teriam ocorrido em espécie.

Em contrapartida, a defesa de Vorcaro sustenta que o caso dispõe de elementos comprobatórios robustos, incluindo mensagens de WhatsApp, registros de identificação dos operadores responsáveis pelas retiradas do dinheiro, além de informações detalhadas sobre os locais e as rotas utilizadas nas entregas.

Vorcaro conta que liberou dinheiro para filme sobre Lula por negócios no governo
Vorcaro conta que liberou dinheiro para filme sobre Lula por negócios no governo