26 de mar. de 2026

Prefeito de Umarizal e Presidente da Amop - Raimundo Pezão participou na noite de ontem do aniversário da prefeita de Pau dos ferros / / Mariana Almeida.


 



O PSDB no Rio Grande do Norte atravessa um momento de incerteza após o vencimento da sua Comissão Provisória estadual, ocorrido no último dia 17 de março.

 


O PSDB no Rio Grande do Norte atravessa um momento de incerteza após o vencimento da sua Comissão Provisória estadual, ocorrido no último dia 17 de março.
 
A legenda, que hoje reúne nomes como o senador Styvenson Valentim e o presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira, ainda não definiu qual rumo irá seguir no estado.
 
Ezequiel, que comandava a estrutura provisória do partido, também não confirmou se permanecerá na sigla. Já Styvenson continua analisando seu futuro político, sem indicar se seguirá no PSDB ou buscará um novo partido.
 
A expectativa é que uma decisão definitiva seja tomada já na próxima semana, quando deverá ficar claro qual será o destino político de ambos — se permanecem na legenda ou se irão trilhar novos caminhos partidários.

Prefeito de Mossoró e Pré Candidato ao governo do RN Allyson bezerra, participou na noite de ontem do aniversário da prefeita de pau dos ferros Mariana Almeida.


 

Prefeito de Mossoró e Pré Candidato ao governo do RN Allyson bezerra, participou na noite de ontem do aniversário da prefeita de pau dos ferros Mariana Almeida.


O evento reuniu uma verdadeira multidão e varias lideranças políticas de todo o estado.

Álvaro Dias vê “com naturalidade” destituição do Republicanos e fala em “decisão interna”

 

Pré-candidato ao governo estadual, Álvaro Dias se pronunciou a respeito de sua destituição da presidência do Republicanos, que foi confirmada em primeira mão pelo 12 em Ponto, da Rádio 98 FM, nesta quarta-feira (25).

Durante o programa Repórter 98, o apresentador Felinto Filho leu uma nota enviada por Dias em que diz ter recebido “com naturalidade a decisão” e segue ao dizer que “já era público que deixaria o Republicanos para me filiar ao PL, seguindo em um novo projeto partidário”.

O ex-prefeito de Natal ressaltou que o presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira, “já tinha conhecimento desse fato há bastante tempo”. “Se resolveu agora promover nossa substituição, essa é uma decisão interna do partido e que poderia ter sido feita até antes”, esclareceu.

“Tenho gratidão pelo período em que estive no partido, onde sempre fui bem acolhido e sempre tive apoio para às pautas do Rio Grande do Norte”, reforçou e continuou dizendo que “quanto à decisão de tornar inativa a comissão que eu presidia, trata-se de uma deliberação interna da direção partidária, que está acontecendo em várias cidades do Brasil e não cabe a mim comentar ou interferir”.

Ele encerra a nota dizendo que respeita “plenamente as decisões institucionais da legenda” e que segue “focado no futuro, no diálogo com a população e preocupado com construção de um novo caminho político para o nosso estado”.

98 FM Natal

Mesmo “aposentado” pelo eleitor, Agripino segue mandando e redesenha o jogo político no RN

 

  • Articulação que levou o Republicanos ao grupo de Alysson expõe influência de quem não tem mandato

Derrotado nas urnas e sem mandato, o ex-senador José Agripino Maia parece longe de deixar o centro das decisões políticas no Rio Grande do Norte. Pelo contrário: continua dando as cartas — e com força.

Nos bastidores, é apontado como o principal articulador da movimentação que levou o Republicanos para o grupo do prefeito de Mossoró e candidato ao governo Alysson Bezerra, hoje visto como o nome apoiado por Agripino.

A jogada teria endereço certo. A entrega do partido ao grupo de Alysson é interpretada como represália à movimentação da vereadora Nina Souza, que deixou o União Brasil e caminha para o Partido Liberal, além do posicionamento do prefeito de Natal, Paulinho Freire, que optou por apoiar Álvaro Dias ao governo.

O que mais chama atenção é o contraste: mesmo após sucessivas derrotas eleitorais, Agripino segue com forte influência sobre decisões estratégicas, controlando o União Brasil no estado e interferindo diretamente em outras siglas.

A pergunta que ecoa nos bastidores é inevitável — como um político “aposentado” pelo eleitor continua com tanto poder? A resposta, ao que tudo indica, passa longe das urnas e se mantém viva nas articulações de bastidores, onde, aparentemente, Agripino ainda joga — e pesado.

Direita tonta: Tudo culpa de Rogério Marinho

 

Nos bastidores da política do Rio Grande do Norte, a avaliação ganha cada vez mais força: a divisão da direita no estado tem nome e sobrenome: o senador Rogério Marinho.

Esse processo vem de trás. Começou quando Rogério rompeu com o prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra, e aprofundou-se quando passou a se movimentar de forma isolada, inclusive entrando em rota de colisão com outras lideranças da direita, como Álvaro Dias.

O episódio mais recente reforça esse cenário. Ao retirar sua candidatura ao governo para apoiar Álvaro, a pedido de Jair Bolsonaro e para atuar na articulação política de Flávio Bolsonaro, Rogério impôs como condição a filiação de Álvaro ao Partido Liberal.

A exigência foi vista como um erro estratégico. Poderia ter havido apoio sem imposição, preservando o controle do Republicanos e mantendo a unidade da direita.

Mas o desfecho foi outro — e agora é fato consumado: o Republicanos será conduzido pelo grupo de Alysson Bezerra. A articulação prevê que, ao deixar a Prefeitura de Mossoró, Alysson entregue o comando político ao seu aliado Marcos Medeiros, apontado como futuro prefeito do município.

Ou seja, o partido que estava no campo da direita alinhado a Álvaro muda de mãos e passa para um grupo adversário, evidenciando o tamanho do desgaste provocado pelas decisões internas.

Outro fator que amplia a insatisfação é a insistência de Rogério na candidatura ao Senado do Coronel Hélio, nome visto como sem força eleitoral para agregar à chapa.

Enquanto isso, a esquerda se organiza e se une nos momentos decisivos. Já a direita segue dividida, desarticulada e sem rumo claro.

No meio desse cenário, a conclusão nos bastidores é direta: a desorganização atual da direita no Rio Grande do Norte tem um responsável — Rogério Marinho — e os efeitos dessa condução já estão aparecendo de forma concreta.